Conto | Chave pessoal para o inferno

No meu aniversário de oito anos, apontaram uma arma para minha cabeça. Mas sabe o que ficou guardado, mesmo, como uma cicatriz na minha retina? O brilho nos olhos do traficante que torturou e matou minha tia. Forçaram a gente a assistir, meu irmão e eu. Tentamos dar as mãos. Sorrindo, quebraram nossos dedos.

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