No início, quando apenas os deuses caminhavam por Tixasinece, Ptemo se cansou de perseguir o horizonte. Há muito ele havia prometido nunca parar de correr e o presente inalcançável, dado a ele pela deusa Dindoprefunda, havia lhe servido como um motivador. Agora, apenas o frustrava.
A cada montanha que escalava, caverna que desbravava, campo que percorria e depressão na qual se atirava, o seu espírito murchava. Todos eles eram presentes de deusas mães de seus filhos, todos eles um dia inflaram seu espírito de orgulho. No entanto, naquele momento, tudo o que sentia era frustração por ser incapaz de alcançar o horizonte.








