Continuando nossa jornada literária, chegou a hora de falarmos sobre a ideia. Já sabemos que contar histórias é fundamental para a formação humana, ponto muito bem abordado no artigo anterior do M. C. Magnus. Entender como ela é concebida, alimentada e desenvolvida é o nosso objetivo.
Perceberam que no final do parágrafo anterior a ideia foi caracterizada como ser vivo? Cabe ressaltar dois aspectos: o primeiro, que o texto literário depois de finalizado ganha autonomia do seu criador. Ele cresce e se transforma como um ser orgânico. Alguns envelhecem e perdem a força com o passar do tempo, enquanto outros se renovam e fortalecem; o segundo, a noção de multiplicidade implícita nesse conceito de criação é deliciosa. Independente de onde parta a sua ideia (enredo, personagem ou conflito), a abordagem subjetiva e suas implicações revigoram a escrita.

