Artigo | Aquele 1% de inspiração

Por: Michel Costa

Quando um livro de ficção chega às mãos do leitor, uma pergunta costuma ser inerente à história: de onde surgiu essa ideia? Sem dúvida, uma obra de ficção evoca questões que fogem de simples regras gramaticais ou referências bibliográficas. Existe algo invisível, nascido da imaginação de alguém, e, quanto mais criativo e envolvente, mais cativante se torna aos olhos do público. No entanto, a maioria das pessoas não sabe que esse mesmo texto permeado de inspiração segue uma estrutura muito bem pensada e definida na qual pouca coisa nasce do mero improviso.

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Resenha | Como funciona a ficção

Por: Camila Servello Aguirre

Da série Livros para Escritores

Um livro despretensioso com um título que chama a atenção. James Wood não foi modesto em querer dar uma aula sobre literatura ao longo dos séculos. Honestamente, ele não errou. Sem dúvida, o livro é uma aula para quem está nesta vida de contar histórias, como nós.

“Como funciona a Ficção” é um livro didático que não pode faltar na prateleira. A leitura é bem fluida na maioria das vezes e as páginas avançam num ritmo que permite a reflexão ao longo que as situações são expostas e analisadas. Continuar lendo “Resenha | Como funciona a ficção”

Entrevista | Rob Gordon

Por: Cesar Gaglioni

Todo escritor iniciante tem muitos questionamentos dentro de si: por onde começar? Quais são os erros mais comuns? Minha trilogia épica fantástica será publicada? Eu serei o novo Stephen King? O direcionamento que cada um dá para essas questões determina a qualidade de seu trabalho e as chances de ter seu manuscrito reconhecido. Numa conversa bastante descontraída com Rob Gordon, cronista do Championship Vinyl e do Championship Chronicles, apresentador do podcast Gente que Escreve ao lado de Fábio M. Barreto, roteirista da HQ Terapia e profissional do Word, fizemos essas e outras perguntas. Continuar lendo “Entrevista | Rob Gordon”

Artigo | O trabalho sanguinolento e visceral do escritor

Por: Camila Servello Aguirre

No Brasil, ser escritor é narrar histórias escritas com o próprio sangue, direto do pulso.

Li algo parecido quando iniciei minha carreira de escritora. Na época, fiquei maravilhada com esses dizeres. Era simplesmente poético. Teria tatuado facilmente, gravando esta frase para sempre na pele. Um pouco exagerado realmente, mas até hoje considero uma das maiores verdades sobre a vida de autor nacional. Continuar lendo “Artigo | O trabalho sanguinolento e visceral do escritor”